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quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

LER FAZ BEM ...

OS CLÁSSICOS EM NOSSAS VIDAS


Resultado revela que atividade cerebral 'dispara' com semântica complexa.

Pesquisa também sugere que poesia é mais eficaz que livros de
autoajuda.

Leitura de autores clássicos estimula o cérebro, diz estudo


 
Um estudo da Universidade de Liverpool, no Reino Unido, divulgado nesta terça-feira (15), sugere que ler autores clássicos, como Shakespeare e T.S. Eliot, estimula amente.
 
Além disso, pesquisa conclui que a poesia pode ser mais eficaz em tratamentos do que livros de auto ajuda.

Especialistas em ciência, psicologia e literatura inglesa da universidade monitoraram a atividade cerebral de 30 voluntários que leram primeiro trechos de textos clássicos. Em seguidas, leram esses mesmos parágrafos traduzidos para a linguagem coloquial.

Os resultados, que serão apresentados esta semana em uma conferência, foram antecipados pelo jornal britânico "Daily Telegraph".

De acordo com a publicação, os resultados mostram que a atividade do cérebro "dispara" quando o leitor encontra palavras incomuns ou frases com uma estrutura semântica complexa, mas não há reação quando o mesmo conteúdo é expresso em linguagem coloquial, com fórmulas de uso cotidiano.

Esses estímulos se mantêm durante um tempo, potencializando a atenção do indivíduo, segundo o estudo, que usou textos de autores ingleses como Henry Vaughan, John Donne, Elizabeth Barrett Browning e Philip Larkin.


Os especialistas descobriram ainda que a poesia "é mais útil que os livros de autoajuda", já que atinge o lado direito do cérebro – onde são armazenadas as lembranças autobiográficas – e ajuda a refletir sobre as memórias e entendê-las sob outra perspectiva.

"A poesia não é só uma questão de estilo. A descrição profunda de experiências acrescenta elementos emocionais e biográficos ao conhecimento cognitivo que já possuímos de nossas lembranças", explica o professor Philip David, que vai apresentar o estudo.

Os especialistas buscam compreender agora como a atividade cerebral foi afetada pelas contínuas revisões de alguns clássicos da literatura que buscam adaptá-los à linguagem atual, como é o caso das obras de Charles Dickens.

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

PAINEL DE POSTAGENS

CONTEÚDO DO BLOG ATÉ O DIA 15/01/2013


1.  O Velho e o Mar     -     Ernest Hemingway
2.  1.984     -     George Orwell
3.  Manuscrito Encontrado numa Garrafa     -     Edgar Allan Poe
4.  A Morte de Ivan Ilitch     -     Leon Tolstoi
5.  Mais Uma Vez é Preciso Recomeçar     -     Marise Ceban
6.  Renascendo do Ódio     -      Wanda A. Canutti
7.  Nosso Lar     -     Francisco C. Xavier
8.  A Cabana     -     Willian P. Young
9.  O Pequeno Príncipe     -     Antoine Saint-Exupèry
10. Kafka em 90 Minutos     -     Paul Strathern
11. Jó - Romance de um Homem Simples     -     Joseph Roth
12. A Viuvinha     -     José de Alencar
13. Cinco Minutos     -     José de Alencar
14. Prometeu Acorrentado     -     Ésquilo
15. Antígona     -     Sófocles
16. Édipo-Rei     -     Sófocles
17. Medéia     -     Eurípides
18. São Bernardo     -     Graciliano Ramos
19. O Presidente Negro     -     Monteiro Lobato
20. Triste Fim de Policarpo Quaresma     -     Lima Barreto
21. Heinrich Heine
22. Gonçalves Dias
23. Hermann Hessee
24. Guia de Bibliotecas pelo Mundo
25. Antonio Callado
26. J. D. Salinger
27. Lewis Carrol
28. James Joyce
29. Anton Tchekhov
30. Aniversário de 90 anos da Semana de Arte Moderna
31. Gabriel Garcia Marquez
32. Castro Alves
33. Cruz e Souza
34. Homenagem ao Dia Internacional do Livro
35. Rui Barbosa
36. John dos Passos

JOHN DOS PASSOS


NOVA EDIÇÃO DE JOHN DOS PASSOS

John Roderigo dos Passos, nasceu no dia 14 de Janeiro de 1896 em Chicago, Estados Unidos e morreu no dia 28 de Setembro de 1970, na cidade de Baltimore, Estados Unidos.

Ontem, 14 de Janeiro de 2013, faria 117 anos.

Morreu aos 74 anos.

Romancista, pertencente ao Modernismo americano, neto de um sapateiro português e filho de um advogado, foi educado pela mãe, em casa.
Graduou-se na Universidade de Harvard.
Dos Passos é um dos maiores romancistas norte-americanos e pertence à chamada "Lost Generation", juntamente com Ernest Hemingway, T.S. Elliot e F.Scott Fitzgerald.

Em certo momento, resolve saber mais sobre suas origens e aproxima-se do Brasil em três viagens realizadas em 1948, em 1958 e em 1962.
Após essas viagens lançou nos EUA, em 1963, a obra "Brazil on the Move", que é um misto de reportagem, crônica de viagem e ensaio.


Exatamente após 50 anos, o livro ganha uma nova edição pela Editora Benvirá, agora com o título "O Brasil em Movimento".

John dos Passos tem como obras-primas a "Trilogia USA", que se compões dos seguintes livros:







* Paralelo 42   
* 1.919
* O Grande Capital                         





Retratam a realidade social e econômica americana nos períodos pré-I Guerra Mundial, em "Paralelo 42",  durante a I Guerra Mundial, em "1.919" e a realidade pós-I Guerra Mundial em "O Grande Capital".





Essas obras serão detalhadas quando forem alvo de suas respectivas resenhas.